Você já inovou hoje?

Quem não conhece a velha máxima, “time que está ganhando não se mexe”, certo?!?!? ... errado!!! Isso demonstra certo comodismo. Acredita-se ser invencível. Se na final perder um jogador importante, o que entra pode não render e não terá o mesmo entrosamento com os outros, podendo assim perder o único jogo que não poderia perder.

Mudar é preciso. Comece pelas coisas simples, como mudar o trajeto de casa para o trabalho, fazer compras em um supermercado diferente, experimentar o almoço naquele restaurante que não conhece, etc. etc.

Olhando para o lado profissional, fazer as mesmas coisas de forma diferente é uma necessidade. O movimento não é fácil, e às vezes parece insensato mudar as práticas às quais estamos acostumados. Se você deseja ser um líder, neste caso vira obrigação a inovação.

Como fazer? Sugiro que faça uma lista de suas crenças em relação aos desafios como, motivação, inovação, liderança, organização, adaptabilidade, e depois questione se essas crenças procedem ou são apenas vícios? Para inovar você tem que questionar.

Muitos acreditam que para mudar precisam de algo externo que provoque tal ação, discordo, isso acontece com os “acomodados”, mas como você é proativo, é um agente de mudança que sempre procura inovar, um “talento” em pessoa, então procure ter as competências para resolver problemas inéditos e completos ou invente novas soluções para os problemas já existentes.

Forte abraço,

Como está a sua saúde?

Sempre que se fala em cuidar da saúde, pensamos logo na parte física. Sair do sedentarismo, fazer exercícios, cuidar da alimentação, etc, etc, etc ... Infelizmente, no momento em que essa preocupação vem a mente, não pensamos na saúde financeira, e é dela que gostaria de falar um pouco.

Você já ouviu falar em sedentarismo financeiro? Talvez você tenha tal “doença” e não saiba. Pessoas que sofrem desse “mal” são aquelas que não conseguem planejar a sua vida, que não pensam no amanhã, vivem exclusivamente para o hoje, agora. Vale lembrar que não estou dizendo que você não deva viver o hoje, a vida é um equilíbrio.

Para essas pessoas, quando se fala em juros, taxas, tarifas, bolsa de valores, investimentos, logo levantam e saem de perto, em uma fuga justificando que tudo isso é chatice. Isso tudo para esconder a sua ignorância sobre o assunto. Elas não se preocupam com o “pezinho de meia”.

ACORDA!!! Comece a cuidar da sua saúde financeira hoje. Se não consegue guardar nada, está na hora de você rever as suas despesas, repensar alguns gastos, cortar os supérfluos, colocar como meta um percentual X por mês como reserva, após conseguir isso, não faça como muitos, colocando o dinheiro na poupança e esperando que ele cresça sozinho. Tome as rédeas da sua gestão financeira, converse com o seu gerente, descubra que tipo de investidor você é – conservador, moderado ou agressivo -, comece a lê sobre os tipos de investimento – fundos de renda fixa, fundos de ações, tesouro direto, bolsa de valores, imóveis, etc – e, a título de conselho, diversifique, nunca coloque todos os “ovos na mesma cesta”.

Se você é casado(a), converse com a sua parceira(o), os dois têm que se envolver nesse processo, caso contrário, não terá êxito. Com um pouco de disciplina você chega lá, e digo mais, com uma boa saúde financeira, você também estará resolvendo a outra saúde, a física. Não queira chegar aos 60 ou 70 dependendo dos outros, à hora é agora. Boa sorte!!!

Forte abraço,

Como desperdiçamos energia.

Vamos falar um pouquinho sobre energia. Bom, todo mundo sabe o que é energia, certo?!?! Errado, não estou falando dessa energia, aquela que utilizamos para acender a luz, assistir a TV, ligar a geladeira. Estou falando sobre a energia mental. Aquela que alimenta a nossa mente e corpo.

Quem nunca “gastou” horas e horas pensando na “morte da bezerra” – desculpe a expressão, ela é muito usada no interior de Minas – se a bezerra já passou dessa para uma melhor, porque preciso “investir” tempo pensando nela?!?!

Tente utilizar essa analogia no seu dia-a-dia, quantas vezes gastamos “energia” pensando em coisas que não temos nenhum “poder” sobre ela. Vamos dar um exemplo: Suponha que seu filho, amigo, marido, esposa, etc., foi fazer uma viagem de carro de aproximadamente 700 km, no mínimo umas 8 horas de estrada e você fica com os pensamentos: Aonde ele(a) deve estar agora? Será que está tudo bem? Será que aconteceu algum problema? O carro quebrou? Esses pensamentos não te levam a nada. É energia gasta que não irá lhe retornar em nenhum benefício.

Nosso círculo de preocupação é enorme, mas o nosso círculo de influência é pequeno, energia gasta fora dele é energia jogada fora. Temos que nos concentrar onde temos influência, onde podemos fazer a diferença, seremos muito mais eficazes dessa forma.

Como eu faço isso? Investindo aonde consegue “colocar a mão”. Se você alcança, quer dizer que está dentro dele. Você pode me responder que mesmo dentro do seu círculo de influência tem tanta coisa que você não tem energia para fazer tudo. Nesse momento é importante você ter foco, separar o que é realmente importante do que não é, e trabalhar no que é importante. Como você consegue separar? Uma maneira é relacionar com a sua missão, questionando. Isso que estou fazendo ajudará a cumprir a minha missão? Se a resposta for afirmativa, você estará dentro do seu foco.

Forte abraço,

Coragem, como cultivá-la?

Temos que ter “coragem” de enfrentar os desafios da vida. Para não ficar um pouco duro esse texto, vamos “maquiar” um pouquinho essa palavra. Vamos substituí-la aqui pela autoconfiança. É sabido que sem coragem, “ops”, desculpe, sem autoconfiança você não chegará a lugar nenhum. Como cultivá-la?

Muitas vezes encontramos pessoas que parece que nasceram com a autoconfiança lá em cima, mas, de um modo geral, temos que desenvolvê-la ao longo da vida. Ela é cultivada com doses diárias que podem ser através de elogios pela aparência, por respostas inteligentes ou pelas notas que recebemos no colégio.

Bom, se você, na sua infância, não se encaixa em nenhuma das opções acima, você tem que começar a construir a sua autoconfiança já. Como? Através de pequenas vitórias pessoais. Inicialmente crie um pequeno objetivo e busque-o, quando conseguir, comemore, mas não fique parado, estabeleça um novo objetivo, agora um pouco mais ousado e que faça tirá-lo da sua zona de conforto, ao atingi-lo comemore, com certeza você se sentirá bem melhor. Neste momento você estará criando uma reserva de autoconfiança.

E os Fracassos? Com certeza eles virão, faz parte da vida, mas quando acontecer, não se abata, busque na reserva de autoconfiança que você tem e recomponha-se. Verifique o que deu errado, planeje novamente e parta “para cima” com muito mais força para conseguir a vitória.

Esse é o desafio da vida, viemos aqui com um propósito, descubra-o e busque-o, mas não queira resolver tudo da “noite pro dia”. Tem um CD dos Titãs que espelha bem essa idéia: “Tudo ao mesmo tempo agora”. A partir de agora vou fazer tudo que levei anos e não fiz, será tudo diferente, não funciona dessa maneira, a vida é feita de pequenas vitórias e são essas pequenas vitórias que nos dão a autoconfiança para buscar lugares mais altos. Lembre-se, para chegar ao final de uma escada de 200 degraus, você primeiro precisa passar pelo primeiro.

Forte abraço,

Como está a sua Inteligência ... Emocional?

Se você deseja ser um Líder, você tem que trabalhar a sua Inteligência Emocional, vulgo IE. Esse trabalho consiste em desenvolver algumas competências que são primordiais para que ela aconteça, a mudança. São duas essas competências: Pessoal e Social.

Dentro da competência pessoal, você deverá desenvolver sua autoconsciência. Ser franco e autêntico, capaz de falar abertamente sobre suas emoções e ter convicções sobre o que acredita. Para desenvolvê-la, você tem que ter uma grande capacidade autocrítica. Deve conhecer suas limitações e seus pontos fortes. Ser receptivos a feedbacks, mesmos os negativos. Terá que desenvolver um poder de autogestão, ser autoconfiante e transparente sobre os princípios que acredita. Assumir as suas falhas e aproveitar as oportunidades – ou as criar – em vez de apenas esperar sentado. Ser otimista suportando as adversidades de cabeça erguida, enxergando nos “tombos”, oportunidades de aprendizado.

Na parte social, tem que desenvolver a empatia (colocar-se no lugar do outro), e saber escutar é ponto fundamental desta competência. Ser político, no bom sentido da palavra claro. Fomentar um clima emocional tal que às pessoas que entrem em contato direto com você, tenha uma experiência tão positiva que sinta a vontade de passar para frente tal experiência. Nos relacionamentos, tem que criar ressonância e instigar as pessoas com uma visão empolgante. Fomentar um sentido de objetivo comum que vai além das tarefas cotidianas. Focar no seu círculo de influência e procurar ajudar as pessoas ao seu redor a compreender suas metas e pontos fortes e fracos. Ser um agente de mudança sempre procurando maneiras práticas de superar os obstáculos a essa mudança.

“Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...”. Esse grande poeta português, Fernando Pessoa, foi esplendido em suas palavras. “Pedras” não vão faltar no nosso caminho, mas temos que desenvolver competências que nos ajudem a removê-las. Ao deparar com essas pedras, você terá duas opções de “pensamento”: culpa e responsabilidade. Culpa tem relação com a causa e a responsabilidade com a solução, qual você irá escolher? A vida está cheia de pedras pelo caminho, cabe a nós retirá-las ou pelo menos aprender a desviar, pois, a caminhada tem que continuar. Boa caminhada.

Forte abraço,

Enfrentando o sofrimento.

"Se lembra quando a gente, chegou um dia a acreditar, que tudo era pra sempre, sem saber que o ‘pra sempre’... sempre acaba...”. Quem não conhece essa música do Legião Urbana? Inicio esse texto com ela para falar um pouquinho sobre sofrimento. No último texto, falei que tinha que doer para poder conseguir os objetivos, quando disse isso, era no sentido de superar os limites. Sofrer é diferente.

Muitas vezes somos pego vivendo o passado ou viajando no futuro. Quem de nós nunca pensou. “Se eu perder meus pais eu morro? Se meus filhos saírem de casa, não sei o que seria de mim?” Você não tem nenhum poder sobre esses eventos, como pode colocar esse “fardo” em cima das costas deles? Isso se chama “dependência emocional”.

Essa dependência é muito ruim. Falo isso porque acabamos criando um vínculo com essas pessoas que, se não for caso de morte, acabam ficando presas, ou muitas vezes quando tem a oportunidade de sair, vão mas com um sentimento de culpa muito grande, um sentimento de ter traído a confiança de quem ficou. Como diz a música, “pra sempre... sempre acaba”. Com esse pensamento, acabamos “morrendo de véspera”.

Mas por outro lado, o sofrimento é bom, ele nos ensina, nos faz crescer, nos faz adquirir maturidade. Quem nunca ouviu falar que você só aprende levando “porrada” da vida. Pois é meu amigo, é isso mesmo, infelizmente é fato. Levante a mão o primeiro que nunca contrariou os pais quando tinha os seus 18 pra 20 anos. Você lembra, éramos senhores da verdade. Sabíamos de tudo, e eles, sabiamente deixavam à gente “quebrar” a cara. Com isso aprendíamos com nossos próprios erros. Outro tipo de sofrimento vem dos nossos desejos. O ato de desejar já cria a possibilidade de frustração e perda, pois nem tudo que desejo irei conquistar.

Se conselho fosse bom, não era dado, era vendido, quem nunca escutou essa? Se posso lhe dar um conselho, preocupe-se em viver o hoje, aproveitar as pessoas enquanto elas estão por perto, ame sem pedir nada em troca, procure realizar sua missão de vida e com isso encontrar a alegria em viver. Seja assertivo e veja o lado positivo de tudo, mesmo nas horas de maior sofrimento temos que estar sempre prontos a aprender.

Forte abraço,

Para mudar basta querer?

Se você chegou aqui, depois de lê os outros textos, e ainda estiver com uma baita dúvida na cabeça. Afinal de contas eu preciso mudar? Por quê? Esses questionamentos apareceram porque você ainda não tem formulada a sua ambição pessoal. Lembra do que falamos sobre missão de vida? A missão é o que você veio fazer aqui. A visão é aonde quer chegar. O planejamento é o como.

Pela minha experiência, para mudar não basta querer, tem que ter força de vontade de levantar e ir à luta. Ter uma capacidade enorme de se auto-motivar. A má notícia é que para chegar lá vai “doer”.

Certa vez assisti uma entrevista da Hortência, a nossa eterna jogadora do basquete. Em um determinado momento, o entrevistador perguntou o que ela fazia para ser uma jogadora tão diferenciada das outras. Ela respondeu que a diferença estava no foco, todo dia após o treino, ela ficava treinando lances livres, as outras jogadoras também, porém elas paravam quando o braço começava a doer, e ela, Hortência, só parava quando atingisse o objetivo dela, porque doer era certo que iria acontecer.

Amigo, infelizmente é isso, se você tem um objetivo, e no meio do caminho a “dor” aparecer e você parar, você nunca irá atingir esse objetivo. Falo isso porque, no seu cérebro, na hora que você desistiu, ele já se programou que esse é o limite, então sempre que você chegar perto dele, o cérebro irá avisá-lo através da dor que você está chegando perto do limite e que é hora de parar.

Um exemplo prático é a corrida, quando você é sedentário e começa a correr, com 5 minutos vai ficar com um “palmo de língua” pra fora, se você na próxima vez, correr menos tempo, você nunca vai atingir o objetivo de correr, por exemplo, 1 hora. Você tem que quebrar o limite dos 5 minutos.

Essa é a diferença dos que atingem o objetivo daqueles que não atingem, porque eles sempre estão quebrando os limites impostos pelo corpo e principalmente pela mente. Em tudo na vida funciona desta forma, mudar não é fácil, você tem que quebrar paradigmas, e com certeza irá doer, mas se você mantiver focado no seu objetivo, não tenho dúvidas que você chegará lá, onde quer que deseje.

Forte abraço,

Credibilidade, como anda a sua?

Assisti na semana que passou uma propaganda na TV muito interessante sobre pirataria de DVD. Ela inicia com o pai trazendo e entregando ao filho uma cópia de um filme que havia acabado de ser lançado, porém a cópia era pirata. O pai chega contando a maior vantagem para o filho do que ele fez. A esposa que estava do lado fecha a cara e logo depois o filho, que parece ter uns 10 a 12 anos, conta para o pai que também é esperto, ele tinha tirado um 10 pirata em uma prova e o pai sem entender pergunta. Você tirou 10 pirata? Como foi isso? E o filho fala que o colega pegou a cópia da prova da professora sem ela saber e passou para ele.

Essa é a velha máxima: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. É esse o exemplo que você tem dado? Falo muito em minhas palestras e workshops sobre liderança, se você quer ser um Líder, primeiro você tem que dar o exemplo. Não tem como funcionar de outra maneira.

Ando pela cidade e vejo muitas coisas simples, que acabam passando despercebido por todos, mas que no dia-a-dia vão se acumulando e quando menos se espera descobrimos realmente que, o que ensinamos para os nossos “liderados” não foi o que falamos e sim os exemplos que demos. Exemplos simples: Quantas vezes andamos acima da velocidade da via, ultrapassamos pelo acostamento, passamos pelo sinal vermelho, não paramos na faixa. Esses são os espertinhos que querem ganhar tempo, mas que acham que se diferenciam dos “corruptos” porque estão cometendo delitos pequenos. Onde estão os valores éticos e morais?

Nas organizações, que produzem a sociedade, isso também é freqüente. Sempre somos pego com pensamentos de crescer mais rápido que os demais, mas na vontade de que isso aconteça rapidamente, muitos acabam deixando à ética de lado e passam por cima dos colegas.

Se você quer ser referência como chefe, como funcionário(a), como marido/esposa, pai/mãe, etc, grave uma imagem positiva e ética na mente e no coração das pessoas que você relaciona, que assim você estará potencializando as oportunidades, aumentando as chances de ser lembrado.

A credibilidade é construída com pequenas ações e leva tempo para essa construção, porém, para derrubá-la, basta um passo em falso e tudo se desmoronará. Para construí-la novamente será mais difícil do que na primeira vez. Todos os relacionamentos são construídos com confiança, se não existir essa palavrinha e ações que a demonstre, não existe relacionamento.

A notícia ruim disso é que a confiança não é uma coisa que se encontra nas gôndolas dos supermercados, você tem que cultivá-la, mas vale a pena o esforço. Funciona como a “Lei da Fazenda”. O que é isso meu Deus? Vou explicar. Você só irá colher aquilo que plantou, mas não é simplesmente plantar e esperar o dia de colher. Você deve preparar o solo, semeá-lo, cultivá-lo, limpar o mato, aguá-lo, terá que fazer isso diariamente, para quando – depois que a "mãe" natureza agir – for colher os frutos, serem os mais maravilhosos possíveis, e isso funciona da mesma forma com os relacionamentos. Se não cultivá-los, cedo ou tarde você acabará sozinho(a).

Forte abraço,

A difícil arte de complicar.

Depois de anos de experiência, ainda sou surpreendido por pessoas que têm uma capacidade imensa de complicar as coisas. O foco delas é sempre nas dificuldades, e nunca nas facilidades, isso ocorre porque elas têm uma “bola de cristal”, e sabem de antemão que lá na frente não vai dar certo. Impressionante, elas conseguem vê o futuro. O lado ruim disso é que elas sempre usam esse dom para levar para o lado negativo. A assertividade passa longe.

Quando temos um objetivo em mente temos que nos planejar para atingi-lo. No final desse planejamento, o resultado não pode ser que não temos capacidade de atingi-lo. Se esse for o resultado é porque todo o seu planejamento foi focado nas dificuldades e não nos caminhos para chegar até ele.

Se você iniciar a caminhada com esse pensamento, com certeza, o sucesso não virá. Temos 50% de chance de acertar em nossas decisões, e com esse pensamento, esse percentual tende a cair para quase 0%. Isso ocorre porque tudo que você irá fazer no caminho será sempre para confirmar as suas predições.

Temos que ser mais assertivo, pensar mais positivo, e isso inclui viver no presente. Não sabemos o que irá ocorrer amanhã e o ontem já foi. Temos um planejamento, mas várias “forças” podem agir sobre ele e seremos obrigados a “moldá-lo” ao novo ambiente caso ele mude.

Muitas vezes gastamos energia com coisas que não temos “poderes” sobre elas. Temos que nos focar em nosso círculo de influência, onde podemos colocar a “mão”. Temos que facilitar as coisas, relaxar, deixar elas acontecerem, em muitas vezes não resistir, experimentar as novidades, focar nos resultados e aproveitar as oportunidades. O nosso planejamento tem que ser um “organismo vivo”, ao longo do caminho ele irá sendo moldado pelo ambiente onde vivemos.

Forte abraço,

Finalmente o ano vai começar ...

Infelizmente nós brasileiros levamos a fama que, aqui, o ano não começa antes do carnaval, e este é um fato constatado em todos os cantos. A boa notícia esse ano é que o carnaval acabou caindo no início do mês de fevereiro, sinal que o ano irá começar mais cedo, então vamos arregaçar as mangas e mãos a obra.

Como você sabe a “maioria” das empresas têm o seu planejamento estratégico, o início do desenvolvimento deste trabalho normalmente acontece no mês de outubro do ano anterior. Ele consiste apontar as metas e objetivos a serem alcançados e como chegar lá (estratégia).

Na nossa vida não é diferente, quem não conhece as famosas “promessas de fim de ano”. Sempre somos pego fazendo esse tipo de promessa: Ano que vem paro de fumar, volto para academia, vou fazer um regime, destranco a minha faculdade, vou estudar inglês. E assim vai...

Por que essas promessas nunca se realizam? Porque não houve um planejamento para que elas aconteçam. Você, como a empresa, para atingir as suas metas e objetivos, tem que se planejar. Esse planejamento tem que constar os meios de como atingir seus objetivos.

Infelizmente, muitos não pensam dessa maneira, e o ano passa como luz aos nossos olhos e quando menos se espera, já é dezembro novamente e nada das promessas/objetivos serem cumpridas/atingidos.

A boa notícia é que não é o fim do mundo. Existe tempo para você fazer o seu planejamento e colocá-lo em prática, para isso você precisa de força de vontade, porque apenas vontade não vai te levar a lugar algum.

Forte abraço,

Um pouco sobre Liderança.

Acredito que você já leu muito sobre essa "palavrinha", mas é sempre bom ler um pouco mais para fazer uma crítica e assim ir criando a sua própria verdade sobre ela. Falo isso porque, o que escrevo aqui é a minha verdade, baseada em minhas experiências, você tem que criar a sua própria e colocá-la em teste para confirmar ou não.

É possível evoluir sem fazer alguma mudança? Como escrevi no meu texto anterior, a maioria das pessoas necessita de algum atrito ou desconforto para sair de sua zona de conforto. Estamos sempre fazendo as coisas da mesma maneira aguardando resultados diferentes, a todo o momento, estamos sendo colocado à prova a nossa liderança, neste momento você pode me perguntar. “Por quê? Eu não sou chefe de ninguém? Sou apenas o que sempre é ‘pisado’”. Não, não concordo. Você pode dizer. “Esse cara não conhece o meu chefe, senão não falava isso?” Olhando da ótica da empresa tudo bem, mas não somos líderes apenas quando estamos no trabalho gerenciando alguma equipe. Podemos ser líder em casa, família, comunidade, colégio/faculdade, etc, etc.

Sempre misturamos o lado pessoal com o profissional, isso ocorre porque damos mais peso para um ou para outro. Vejo de maneira diferente, somos maiores que os dois. Precisamos mudar esse paradigma. Nossas vidas são feitas de relacionamentos. Os papéis que desempenhamos derivam desses relacionamentos. A identificação desses papéis amplia o sentido de qualidade de vida – de que a vida não está restrita a um emprego, a uma família ou a um relacionamento. Tudo faz parte do mesmo “pacote”.

Agora, antes de tudo isso, você tem que ser um eterno “apaixonado” por você, pelas coisas que você faz – que fique bem claro que não estou aqui pregando o “narcisismo”. Falo isso porque muitos perderam as esperanças na vida.

Quando falo de paixão, também não quero dizer apenas daquela por outra pessoa – realmente é a melhor das paixões – mas também a paixão por uma nova atividade, um novo projeto. Dessa forma conseguiremos estar mais felizes para nos doar, e nesse momento, estaremos também recebendo, e liderança é isso, se você quer liderar primeiro você tem que se doar.

Vale lembrar que, quando estamos apaixonados, somos mais felizes, tudo fica mais divertido, sem contar que – conforme várias pesquisas - vivemos mais. Li certa vez em um dos livros do Jack Welch, uma frase que acho bem interessante e gostaria de compartilhá-la com vocês. “Adote uma atitude positiva e espalhe-a ao seu redor, nunca se deixe transformar em vítima e, pelo amor de Deus – divirta-se”.

Forte abraço,